Vovô tinha um empregado chegado à uma cachaça: o Chico
Carreiro.
Contam que uma vez tio Zé retornava da cidade de noite com vovô, que por algum motivo estava mal-humorado. Quase chegando, ali pela casa onde depois moraram a tia Conceição e o tio Doni, encontram com o Chico Carreiro bêbado, cambaleando pela estrada.
Pararam o carro para não atropelar o Chico. Este olhava o carro com surpresa e certo medo, e falava alto com voz embargada pelo álcool:
-“ Que bicho feio, sô! Óia como ronca! E esses óios saindo fogo”.
De um lado vovô furioso, sem poder passar; de outro tio Zé prendendo o riso com a cena, com receio do mal humor do pai se virar contra ele.
Contam que uma vez tio Zé retornava da cidade de noite com vovô, que por algum motivo estava mal-humorado. Quase chegando, ali pela casa onde depois moraram a tia Conceição e o tio Doni, encontram com o Chico Carreiro bêbado, cambaleando pela estrada.
Pararam o carro para não atropelar o Chico. Este olhava o carro com surpresa e certo medo, e falava alto com voz embargada pelo álcool:
-“ Que bicho feio, sô! Óia como ronca! E esses óios saindo fogo”.
De um lado vovô furioso, sem poder passar; de outro tio Zé prendendo o riso com a cena, com receio do mal humor do pai se virar contra ele.
Nenhum comentário:
Postar um comentário